Quem sou eu

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Joinville, SC, Brazil
Nasci em Garuva. Moro em Joinville desde 1971. De 1979 a 1982, residi em Curitiba, onde estudei teatro no Guaíra. De 1983 a 1988, trabalhei com o Estúdio de Artes Cênicas da Casa da Cultura de Joinville. Em 1999-2000 voltei a estudar em Curitiba, na Faculdade de Artes do Paraná (direção de teatro). Desde 1988 a 2005 fui professor no Bom Jesus/Ielusc, assumindo depois a coordenação do Setor de Fomento & Projetos da instituição. Publiquei "Cobaia", escrevi durante alguns anos para "A Notícia" (atualmente, um artigo por mês na coluna Opinião da página Você.Leitor). Brinco com cinema desde menino (atuei em "Outra memória", o longa de Chico Faganello e, recentemente, no curta de Fábio Porto, "Um ensaio"). Atualmente, sou Presidente do Conselho Administrativo do Instituto Festival de Dança e membro do Conselho Municipal de Cultura, pela Gerência de Ensino e Artes da Fundação Cultural de Joinville.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

ASSASSINARAM LAIKA LITE

A chegar em casa, esta tarde, encontrei nossa cadelinha estrebuchando, tremendo e já toda entrevada.

Corri com ela imediatamente para o veterinário - Foi chumbinho, ele disse, enquanto ministrava à cadelinha os medicamentos de praxe.

Há pouco, ele me notificou a morte dela.

Temos por aqui um morador absurdo. Ninguém sabe quem é. Já perdemos dois gatos; os vizinhos da frente quase perderam seu cachorrinho. Meu irmão, que morava ao lado, teve também um cachorro envenenado.

Dá vontade de sair à caça do filho-da-puta, mas a tristeza não deixa: um animal assim como esse vizinho imbecil talvez não mereça tanta atenção: um dia, de tanto lhe querermos mal, ele haverá de ir também, estrebuchante e sozinho, meter-se na sua cova.

sábado, 12 de novembro de 2011

Laika Lite, a nova companheira do Coisinha-de-Nada.

Tínhamos uma imensa Laika (v. abaixo), fila/são-bernardo, que envelheceu o suficiente para dormir de vez.

Em maio, introduzimos na Rufinder, como companheira oficial do Coisinha-de-Nada que estava viúvo desde 25/11/2009, a Laikinha, que não tem nada a ver com a nossa ex-Laika e nem com a Laika que foi pro espaço em 1957 e que parece ter morrido de pavor após 5 horas de vôo.

Meus textos em "A Notícia".

  • 11/11/2011: Incentivo às artes e à cultura
  • 21/10/2011: Cinema urgente
  • 23/09/2011: O paraíso imperfeito
  • 26/08/2011: Da palavra livre
  • 29/07/2011: A antropóloga
  • 01/07/2011: Cão na garoa
  • 03/06/2011: Monstren ben-vinden
  • 06/05/2011: Pompa kitsch
  • 08/04/2011: Caríssimo Leonardo
  • 11/03/2011: Mendigos de gravata
  • 11/02/2011: Da generosidade
  • 14/01/2011: Anarcodeselegância
  • 24/12/2010: A flauta de Neandertal
  • quinta-feira, 10 de novembro de 2011

    Horta Comunitária Girassol

    Não poderia deixar de participar do lançamento oficial da horta comunitária localizada nas imediações da minha casa. Com o tempo livre reduzido e a impossibilidade de cuidar sistematicamente da minha própria horta, vinha pensado numa alternava. Ela já existia e era um programa do governo federal chamado Hortas Urbanas. 

    Em Joinville são quatro, já. A do Jardim Iririú – a Horta Comunitária Girassol – vem produzindo hortaliças e legumes não-envenenados há alguns meses. E eu não sabia!

    Ontem, o prefeito Carlito Merss fez a entrega oficial do terreno público onde funciona a horta, que é tocada por voluntários e atende famílias carentes cadastradas. Quem trabalha na horta pode usufruir também de seus produtos. O excedente é, vendido para a comunidade por preços convidativos.

    E quem disse que eu conseguiria?

    Só pensei que conseguiria manter regularidade nos relatos de nossa viagem pelo Norte-Nordeste. Embora tenha escrito, sim, longos relatos acerca da viagem, eles ficaram lá no meu caderno, manuscritos nos aviões, nos bares, nos hotéis... Mas quem disse que tive ou tenho paciência para digitá-los agora? Então, que fiquem lá até que esta paciência pinte.

    Enquanto isto, aqui no BGlog, vou tentando retomar meus balbucios esporádicos.